quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Rogimar Rios na Rede TV

http://www.redetv.com.br/Video.aspx?124%2C28%2C216882%2Centretenimento%2Cmanha-maior%2Cex-presidiario-vira-empresario-conheca-esta-historia-1

Mais um post do querido e carismático Rogimar Rios 

De Osasco para o Vale do Silício

Empreendedor supera as adversidades da vida e não tem limites para o sucesso

São Paulo, 24 de agosto de 2011 - Empresários e executivos possuem uma vasta preparação técnica e acadêmica. Mas para boa parte falta uma habilidade que é fundamental, a de lidar com a inteligência emocional e interpessoal. E essa transformação no campo comportamental, fez a grande diferença para o empresário Rogimar Rios, que hoje atua em diversos segmentos, sendo que todos envolvem relações humanas.
Nascido em Osasco, em meados da década de 70, era isolado pelos colegas que achavam em suas crises epiléticas motivo para se afastar por entenderem que poderia ser contagioso. “A partir daí, passei a praticar a arte da observação”, destaca Rogimar.
O ano de 2002 jamais sairá da memória do empresário. Após a separação dos pais, perda do emprego e o término do noivado, a família de Rogimar ficou numa situação financeira bem delicada. “Sem ter o que comer, sem trabalho há bastante tempo e com a saúde comprometida, em um ato de completo desespero, resolvi que a saída era assaltar. Mas única arma que encontrei foi um calibre 22 de festim, quebrada. Não obtive sucesso”, explica o empresário.
Foi condenado a prisão por assalto a mão armada e mesmo nessa situação caótica, só se dava conta do jogo da copa do mundo que iria perder se ficasse preso. Mas ele não sabia que o grande jogo da vida estava apenas começando. Ao chegar na prisão, não encontrou cama tão pouco colchão. Aos poucos, percebeu como que ali era completamente diferente da realidade que ele havia conhecido.
Valores opostos, choque de realidade. Todas as experiências serviram como base para que Rogimar conseguisse extrair uma reflexão e uma nova habilidade, que seriam fundamentais para um futuro brilhante. Escrevia cartas para si mesmo, recheadas de frases motivacionais, de esperança e luz.  Acreditava que a imaginação era a oficina do espírito humano. Após ser transferido para o regime semi-aberto conseguiu um trabalho com seu bom relacionamento interpessoal em uma empresa de injeção plástica.
Pena cumprida, nasce uma nova vida. Assim que saiu, sentiu o vento tocando seu rosto. Tinha a plena sensação que a natureza o saudava. Mas sentia-se vazio, perdido e sem rumo. Para ajudar nas despesas da casa, passou a vender tempero de porta em porta. Rogimar atuou também como plantonista de venda de imóveis. Aos 26 anos trabalhou também como assistente de automação de portões. “Para melhorar a condição de vida, não bastava talento. Era preciso ser obstinado. E foi isso que me ajudou frente a todos os desafios”, destaca.
A grande virada da vida de Rogimar foi quando entrou no ramo moveleiro. Mas para entrar nesse universo, não foi fácil. Mais uma vez teve que ser persistente. Na oportunidade, teve acesso a um DVD que explicava sobre o poder do pensamento positivo e como tudo na vida é concebido, primeiro na mente e depois no mundo material. “Fiquei maravilhado com o aprendizado. Passei a me conhecer melhor e a partir daquele momento, mudei minha postura. Afinal, era uma nova fase. Em pouco tempo, era um dos melhores vendedores da franquia e o primeiro a ter carro importado”, lembra.
Foi subgerente, administrava duas lojas. Mas sempre sonhava com a total independência. Tornou-se lojista, fez um plano de negócio e apresentou para seu chefe, na época. O gerente gostou tanto que convidou também o gerente geral e os três abriram a primeira loja de apenas 270m2. Ele iniciou o negócio com apenas R$700,00. Atuando no setor de novos negócios da Empresa, em menos de um ano a equipe tinha quatro lojas.  
Rogimar sentia a necessidade de fazer vôos mais altos e transformou seus R$700,00 em quase 1 milhão com a venda de sua parte na Empresa. “Atualmente, atuo nos setores financeiro e moveleiro. Mas tenho um novo projeto, que está focado no segmento digital e tecnológico, somado ao que eu acredito ser a palavra de ordem par todos os novos produtos que almejam aceitação mundial, sustentabilidade!” revela.
O empresário defende que não há mais espaço no mundo moderno, de pessoas inteligentes e formadoras de opiniões, para conceito de consumo e lucratividade apenas. “Nos próximos anos, deveremos ter maior participação dos clientes na elaboração de novos produtos. Por isso estamos desenvolvendo uma ferramenta de relacionamento que aproximará pessoas e empresas e não mais consumidor x produtos. Pesquisas voluntárias em massa, marketing mais barato e acessível para grandes e pequenas empresas, refletindo um custo mais baixo", explica Rogimar.
Com viagem planejada para o Vale do Sílicio e Nova York, Rogimar espera encontrar parceiros tecnológicos e financeiros para potencializar os resultados. O Empreendedor estima no primeiro ano ter mais de 5 milhões de usuários ativos.


Esse release em especial rendeu inumeras materias. Essa, em especial ficou maravilhosa. Uma verdadeira prova de superação e motivação! 


http://classificados.folha.com.br/negocios/968443-empresario-sai-da-prisao-abre-negocio-com-r-700-e-acumula-quase-r-1-milhao.shtml


http://www.diainfo.com.br/empreendedorismo/empresario-sai-da-prisao-abre-negocio-com-r-700-e-acumula-quase-r-1-milhao


http://harmonianatureza.com.br/empresario-sai-da-prisao/

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Feira de artesanato mundial chega a Santos


Art Mundi será realizada no Mendes Convention Center, de 2 a 11 de setembro

São Paulo, 9 de agosto de 2011 – Em breve, Santos vai sediar um dos maiores  eventos culturais do pais. Trata-se da Art Mundi - Feira Mundial de Artesanato itinerante, que vai acontecer entre os dias 2 e 11 de setembro. Os visitantes que forem até o Mendes Convention Center, em Santos, vão conferir os mais variados produtos de 27 países, 16 Estados brasileiros, além do Distrito Federal. São comidas típicas e milhares de artigos de decoração. No total, serão 200 expositores.

Maria de Lourdes Makowiecky, diretora comercial da Diretriz Feiras e Eventos, empresa que está organizando a feira, essa é a maior edição dos últimos tempos. “O espaço foi totalmente comercializado. Estamos ainda a um mês da feira e abrimos lista de espera. Isso é inédito”, comemora. A expectativa é superar a marca de 50 mil visitantes.
Quem conferir o evento vai se surpreender com uma imensa variedade de produtos como esculturas, quadros em pedra, bijuterias em sementes, móveis de demolição, artesanato em ferro, patchwork e muito mais. “Os países que participarão são África do Sul, Áustria, Brasil, China Egito, Equador, Gana, Grécia, Índia, Indonésia, Irã, Itália, Japão, Líbano, México, Paquistão, Peru, Portugal, Quênia, Região da Palestina, República do Congo, Rússia, Senegal, Síria, Tailândia, Tunísia e Turquia”, explica Lourdes.

Além das atrações, haverá também oficinas de artesanato com aulas de Cartonagem, Patch Apliquet, Feltro, Pintura em tecido, EVA com tecido, Patchwork, Fuxico e Eco Artesanato. As aulas acontecerão às 14h30, 16h, 17h30, 19h e 20h30 (exceto aos domingos).

O evento será de segunda a sábado, das 14h às 22 horas e domingo, das 14h às 21 horas.

Confira o dia das aulas


Dia 3 – sábado- “Aula de Cartonagem”

14h30 – Deise
16h – Rachel Candida


Dia 4  - domingo – “Aula de Patch Apliquet”

14h30 – Raquel Peralta

Dia 5  - segunda-feira “Aula de Feltro”

14h30 – Priscila Pistili
16h – Mª do socorro
17h30 – Fabi Salgado
19h – Walkiria Klimeika

Dia 6  - terça-feira  - “Aula de Pintura em tecido“

14h30 – Tina Nunes
16h – Rosangela Morástico

Dia 7  - quarta-feira  - “Aula de EVA com tecido”

14h30 – Deise Art's
16h – Cida Almeida

Dia 8  - quinta-feira  - Aula de Patchwork”

14h30 – Narcisa Dorneles
16h – Maria José

Dia 9  - sexta-feira – “Aula de Feltro”

14h30 – Walkiria Klimeika
16h – Maria do Socorro
17h30 – Priscila
19h – Fabi Salgado

Dia 10  - segunda-feira  - “ Aula de Fuxico”

14h30 – Rosangela Morástico
16h – Tina Nunes

Dia 11  - terça-feira – “Aula de Eco Artesanato”

14h30 – Carla Pessoa
16h – Roberta Bom
17h30 – Wanda Foranzieri
19h – Ana Paula

Dia 12  - quarta-feira  - “ Aula de Feltro com Tecido”
14h30 – Lu Guedes
16h – Bartira Mourato
17h30 – Cida Almeida


Serviço
Evento: Art Mundi
Local: Mendes Convention Center
Endereço: Avenida Francisco Glicério, 206
Dia: de 2 a 11 de setembro
Horário: segunda a sábados das 14h às 22horas e domingo, das 14h às 21 horas.
Ingresso: Inteira - R$ 6,00
Menores de 12 anos – Não pagam
Acima de 60 anos - R$ 3,00
Mais informações: 13 3284.1319

Informações à imprensa
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(13) 7808.7174 ID 80*26236
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sábado, 2 de julho de 2011

Diarista: empregada doméstica ou trabalhadora autônoma?

Por Eliana Saad

Muitos preferem contratar uma trabalhadora autônoma ou diarista para os afazeres domésticos para evitar o vínculo empregatício. Apesar desta ser uma realidade, ainda há um grande desconhecimento com relação às situações que geram ou não um vínculo empregatício. Numa relação contratual como esta, além de economizar com gastos com encargos sociais, muitos buscam também a facilidade de se romper esta relação de emprego de forma direta e imediata.

Entretanto, a relação que existe entre o contratante e a diarista poderá ser caracterizada como uma relação de emprego,  porque não será a freqüência do trabalho de dois ou três dias  por semana que irá caracterizar que esta pessoa é uma diarista ou uma empregada doméstica.

O artigo 1 da Lei 5.859/1972 define como doméstico “aquele que presta serviço de natureza contínua e de finalidade não lucrativa à pessoa ou à família no âmbito residencial destas”. Desse modo, fica claro que não é possível falar em diarista contratada para prestar serviços a uma empresa. A CLT define  no seu artigo 3º estabelece como empregado  “toda pessoa física que presta serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante salário”; também, podem ser considerados empregados domésticos jardineiros, cozinheiras, motoristas, vigilantes.

O trabalhador autônomo organiza, dirige, executa suas atividades sem subordinação. A prestação de serviços é de forma eventual e não habitual.   As diaristas podem ser como trabalhadoras autônomas ou empregadas domésticas, há distinção será na relação patrão e diarista e no o modo da prestação de serviços para caracterizar a relação de emprego.

Nos tribunais, estas questões são discutidas através do conceito de “natureza contínua”, e “finalidade não-lucrativa” pois o serviço não está relacionado necessariamente com o trabalho diário,  mas com aquilo que é sucessivo.

O entendimento jurisprudencial também é claro quanto à questão da finalidade não-lucrativa, ou seja, se a prestação dos serviços envolve atividade com fins comerciais, tem-se caracterizado a relação de emprego.

O pagamento deve ser feito, preferencialmente, no final de cada jornada de trabalho realizado, pois como não possui qualquer vínculo, a diarista poderá, ao final da jornada, decidir não mais prestar serviço a seu contratante a partir daquela data, sem ter qualquer obrigação formal de pré-avisar sua saída ou de cumprir aviso prévio. Vale lembrar que, em um contrato diário, o salário pago ao contratado deve ser maior que o salário convencional, uma vez que não há recolhimento de encargos a terceiros.

Ao contratante cabe apenas definir qual o trabalhador autônomo (diarista) irá contratar para realizar o serviço, mas a forma que será realizado, as habilidades aplicadas, o tempo que irá dispor, se vai designar eventualmente outra pessoa ou não para realização deste serviço, cabe à diarista decidir.

Enfim, para que não haja reconhecimento de relação de emprego doméstico da diarista, o contratante não poderá estipular quantos dias na semana esta deverá prestar os serviços, nem determinar quais serão estes dias, nem estipular carga horária ou jornada diária ou semanal de trabalho, nem haver subordinação jurídica ou gerência.

Sobre Dra Eliana Saad, advogada, sócia-diretora da Saad & Castello Branco, com atuação na área cível e trabalhista. Graduada pela Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie de São Paulo em 1987 e Pós–graduada em Direito do Trabalho pela PUC/SP. Conselheira da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo (AATSP) - gestão 2008/2010, Responsável pelo Portal da Cidadania, utilizado para divulgar direitos e valores da pessoa, que são deixados de lado por desconhecimento.

Ao Pharmaceutico na AT!

O Longo Caminho entre o Planejado e o Executado

* Paulo Araujo 

Caso existisse uma cidade chamada Planejado e outra Executado pode ter certeza que a estrada que ligaria uma a outra seria cheia de percalços. Qual das duas seria a maior? Com certeza a Planejado e a Executado seria em média a metade do tamanho da outra.

É claro que essas cidades não existem, mas a realidade nas empresas entre o planejado e o executado não é muito diferente do que foi descrito na metáfora acima.

O que fazer para diminuir o caminho entre o planejado e o executado?

1. Elabore poucas metas, mas que sejam significativas. Nada de planos mirabolantes, cheio de fantasias e ideais dignos de um super herói. Sugiro que você ou sua empresa tenha uma meta maior, que normalmente é ligada ao faturamento ou rentabilidade do negócio, e no máximo cinco metas menores que devem estar alinhadas e ajustadas para atingir a meta principal. O problema é que a maioria dos profissionais tem medo de parecer desocupados ou pouco ambiciosos junto aos seus líderes ao declarar poucas metas. Todos insistem em parecer ocupados demais, com números demais, tarefas demais o que leva a resultados de menos. Atingiu uma das metas menores antes do tempo, substitua por outra. Pode ter certeza que sempre há algo a mais a fazer. Eu garanto!

2. Faça uso dos dados e fatos. A intuição ajuda, mas deve ser pautada pela sua experiência no mercado e principalmente pelo o que aconteceu nos períodos anteriores. Nada de viajar pelo espaço sideral corporativo e criar metas difíceis de atingir. Vamos deixar claro que uma meta desafiadora precisa ter dados e fatos que a sustentem e que metas impossíveis só desmotivam a equipe. Busque informações sobre o mercado, concorrentes, clientes, mas com fontes confiáveis. Nada de achar que sabe tudo ou que dá para chegar lá pelo simples fato de que você acredita e deseja. O desejo deve ser compartilhado pela equipe, assim como a confiança de que podemos realizar o que está sendo proposto.

3. Dá trabalho eu sei, mas se esforce para colocar as pessoas certas nos lugares corretos. Esse é um dos grandes dilemas de qualquer corporação. Onde estão os talentos da sua empresa? Estamos todos à procura de talentos no mercado e não olhamos para o próprio umbigo. Toda empresa tem pessoas talentosas, não importa o tamanho ou o que produz. Lembro que talento é muito diferente de um currículo acadêmico perfeito. Talento é a pessoa que sabe como fazer aliado ao prazer, disposição e interesse genuíno em ajudar. Imagine quantas pessoas hoje trabalham infelizes ou que não conseguem utilizar mais do seu potencial pela miopia do líder que acha que mudar dá trabalho e só gera confusão.    

4. Busque o inconformismo. As metas devem ser constantemente divulgadas e o planejamento revisado e acompanhado no mínimo mensalmente, apesar de eu preferir encontros quinzenais com os responsáveis pela execução. Evite reuniões improdutivas de acompanhamento, estipule hora para começar e acabar o encontro e envie a pauta antecipadamente aos participantes. Não deixa as pessoas se conformarem com os resultados caso as metas não estejam sendo atingidas e peça mais soluções do que sugestões. Crie um stress positivo e nada de pressão desnecessária para cima das pessoas. Evite mudar as metas a todo o momento e concentre sua energia e esforço nas ações que efetivamente agreguem valor ao negócio e tenham impacto na meta maior.

5. Jamais se esqueça que quem executa as metas são as pessoas! Elas passam por bons e maus momentos na vida. Nada de paternalismo exagerado, porém não se esqueça que pessoas não são máquinas. Cuide da sua equipe, promova dentro dos limites possíveis equilíbrio entre vida pessoal e profissional, treine e desenvolva as pessoas constantemente. Acompanhe, faça-se presente e seja o maior exemplo de dedicação, ética e bons resultados.

Mostre do que você e sua equipe são capazes e assim, quem sabe, a longa estrada entre as cidades Planejado e Executado se torne uma bela rodovia duplicada, segura e com uma bela paisagem. Boa viagem!
Paulo Araújo é especialista em Inteligência em Vendas e Motivação de Talentos. Diretor da Clientar – Projetos de Inteligência em Vendas. Autor de "Paixão por Vender" - Editora EKO, entre outros livros. Site: www.pauloaraujo.com.br. Twitter - @pauloaraujo07

Comunicação Não-Violenta: peça fundamental para um mundo melhor



*Por Karitas de Toledo Ribas

Discutir, perder a cabeça e no fim não conseguir chegar a um entendimento. Quem nunca passou por essa situação? A sensação é péssima. O arrependimento muitas vezes bate à nossa porta, e as milhões de outras possibilidades começam a surgir, pouco a pouco, em nossas reflexões. Guerras mundiais, desentendimentos entre amigos, familiares, e até mesmo no trabalho, podem ser evitados através de uma única forma: a palavra.

Desde a década de 60, alguns estudiosos, em especial o psicólogo Marshall B. Rosenberg, se dedicam a analisar e desenvolver o diálogo pacífico pelo mundo. Segundo Marshall, a maneira como falamos e ouvimos é a chave para a resolução das desavenças e discórdias que acontecem ao longo da vida. Dedicado a expandir essa consciência, o psicólogo viaja o mundo, expandindo seus conhecimentos e apaziguando, através de suas palavras, os combates verbais do nosso dia a dia.

Comunicação Não-Violenta significa escutar e se expressar de maneiras a conectar as pessoas, buscando uma convivência que funcione para todos. Pode ser uma forma de diálogo interno, para aumentar a compreensão e atuação pessoal. Através dela fortalecemos nossa capacidade de inspirar compaixão e responder compassivamente. Um enquadramento da forma como nos expressamos, como ouvimos os outros e como resolvemos os conflitos.

O passo inicial para driblar problemas de comunicação e suas conseqüências é evitar os julgamentos quando um determinado acontecimento afeta seu bem estar. Muitas vezes algo que escutamos pode nos parecer “desrespeitoso” ou negativo. Devemos, então, nos desvincular de ajuizar valores ou intenções das atitudes alheias. Abolir a nossa visão de má-intenção já facilita, e muito, para uma resposta mais pacificadora possível.

Marshall baseou seus estudos nos ensinamentos e conceitos de vida de Mahatma Ghandi, conhecido mundialmente por seus caminhos traçados em busca da verdade e do amor.

Sobre Appana Coaching
A Appana Coaching é uma empresa voltada ao atendimento individual, corporativo e também para equipes utilizando técnicas de coaching ontológico para que os clientes atinjam a alta performance. É uma empresa que busca a excelência no que faz, fortalecendo seus valores humanos.

Sobre Káritas de Toledo Ribas
Administradora de Empresas pela UERJ/RJ, Káritas tem formação em Coaching Ontológico, é especialista em Medicina Comportamental, é acadêmica em Filosofia, pós-graduanda em Dinâmica dos Grupos – SBDG. Ela tem mais de 20 anos de experiência como consultora e professora nas áreas de tecnologia e finanças, atuando com comportamento humano e é sócio-diretora das empresas Appana Coaching – Desenvolvimento Humano e Psicofisiologia Aplicada e Perffato Soluções em Tecnologia.